domingo, 13 de maio de 2012

MARIA, A MAIOR EDUCADORA DA HUMANIDADE
(resumo)
Educar é uma tarefa difissilima, imagina educar a criança mais instigante que pisou o planeta terra, o menino Jesus. 
Como cuidar e educar o complexo menino Jesus? Tudo era novo e diferente. O que fazer quando o menino quisesse brincar em vez de dormir? Como reagir quando ele se aproximasse de animais perigosos? O que responder quando ele iniciasse as perguntas tão comuns na infância? Poderia deixá-lo só ou sempre deveria acompanhá-lo? Como o filho de Deus, será que ele trazia a memória do Criador desde a mais tenra infância? Como ensinar e o que ensinar a alguém com uma inteligência divina? Se Piaget e Vygotsky estivessem lá, estariam sem direção. Se Freud fosse convocado para auxiliar, estaria confuso. As teorias psicológicas e pedagógicas ajudariam muito pouco na educação da criança com a mente mais intrigante, perspicaz, investigativa.  Claro que as teorias são importantes. Eu mesmo desenvolvi uma teoria psicológica com amplas derivações pedagógicas sobre o funcionamento da mente e que é usada em centenas de escolas. Mas elas são insuficientes. E necessário desenvolver aintuição, é fundamental que cada educador seja um pescador de pérolas. Qual era a situação de Maria diante de seu filho? Maria não tinha apoio psicológico, nem suporte  familiar,  nem quem lhe desse  conselhos  religiosos e, ainda por cima, morava em terra estranha, no Egito. Tudo que aprendeu para educar uma criança parecia  ajudar  muito pouco para  o seu próprio filho.  Selecionar elementos e desenvolver as próprias técnicas e muitas vezes os próprios objetivos é fundamental no processo educacional. Maria tomou esse caminho. A falta de um manual de regras teóricas pode ter sido um fator importante para o menino Jesus na utilização de suas estratégias para se relacionar, extrair suas experiências humanas. Maria, em alguns momentos, deve ter se sentido muito confusa e sem uma  direção clara. Mas ela foi escolhida não porque sabia muito, mas porque era uma especialista em aprender. Em cada situação complexa ela tinha de se abrir inteira mente para  procurar  respostas  para situações  inesperadas.   A  intuição  era  sua  bússola.  Quantos pais ferem seus filhos quando estes erram? Esses pais punem do mesmo modo que foram punidos quando jovens. São escravos do seu passado. Alguns são implacáveis. Jesus era um gênio, era inteligente e era dinâmico, mas Maria soube como mãe educadora entender a mente brilhante de seu filho Jesus...
Feliz dia das mães!
1 abraço, Prof. Janilson (Pr. Jânio)

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